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18/09/11

A Terra, os continentes e os oceanos

    A Terra é dividida em duas metades por uma linha imaginária. Essa linha é o equador. 

   O equador divide a Terra em duas meias esferas, ou seja, dois hemisférios. São o hemisfério norte e o hemisfério sul, conforme o seu centro seja o pólo norte ou o pólo sul.





       Como sabes, o planeta em que habitamos é a Terra.
O nosso planeta está coberto de água em cerca de 70% da sua superfície, formando mares e oceanos. É por isto que, visto do espaço, a cor dominante do nosso planeta é o azul.





Para veres o movimento de rotação da Terra, clica aqui 


cinco oceanos. Aquele que banha as costas portuguesas é o Atlântico; o Oceano Pacífico é o maior de todos; temos ainda o Índico e mais dois oceanos que são gelados e por isso se chamam glaciais: o Oceano Glacial Árctico e o Oceano Glacial Antárctico.





Nos 30% do nosso planeta que são terra firme, encontramos seis continentes: América (do norte e do sul); África; Ásia (o maior de todos); Antártida (o Continente Branco); a Oceânia e a Europa, o continente onde fica Portugal.





África, imagem de satélite.


 Europa, imagem de satélite.






A PENÍNSULA IBÉRICA



 Uma península é um pedaço de terra rodeado de água por todos os lados menos por um, o istmo.

Vista do céu, a Península Ibérica tem a forma de um grande quadrado e Portugal é um rectângulo, arrumadinho no canto sudoeste da Península. Tem o nome de Ibérica porque os Iberos foram o primeiro povo que cá habitou.



Península Ibérica na Europa
 


 Península Ibérica, imagem de satélite


OS MAPAS

Há vários tipos de mapa. 

Temos, por exemplo, o planisfério, um mapa que representa a Terra toda. Tem este nome porque, apesar da Terra ser esférica, é aqui representada com uma forma plana. 


 Planisfério



Não sendo um mapa, o globo é outra forma de representar a Terra.






Há também a planta, que usamos para representar realidades mais pequenas, como vilas ou cidades.



 


Um mapa, para ser compreendido, tem várias ajudas para nos dar, são os…



 AUXILIARES DE UM MAPA

Um mapa tem dois auxiliares que devem aparecer sempre, a rosa dos ventos e a escala. Não sendo obrigatório, a legenda é o terceiro auxiliar de um mapa que aparece muitas vezes.

ROSA DOS VENTOS – Serve para nos orientar, para nos mostrar as direcções num mapa. Às quatro principais direcções (norte, sul, este e oeste) chamamos os pontos cardeais. Entre estes pontos são-nos indicadas outras direcções pelos pontos colaterais (nordeste, noroeste, sudeste, sudoeste).

Todos os mapas devem conter, pelo menos, a indicação de Norte.



 Rosa dos Ventos






ESCALA – É evidente que um mapa de Portugal não pode ter o mesmo tamanho que Portugal tem na realidade. Tal como uma fotografia representa uma pessoa, mas é mais pequena que a pessoa, também o mapa representa a realidade, mas com um tamanho mais reduzido.
Olhando para o mapa, temos de ter a noção de qual é o tamanho real de Portugal. É a escala que nos dá essa noção e nos diz quantas vezes é que a realidade foi reduzida para “caber” no mapa.
A escala gráfica é a mais usada. Este exemplo, 0|______|20 km, diz-nos que um espacinho igual a este, 1 cm no mapa, equivale a 20 quilómetros na realidade.






LEGENDA – Só aparece quando há necessidade de dar alguma informação para percebermos melhor o mapa.



 Mapa ferroviário de Portugal e respetiva legenda.



AS FORMAS DO RELEVO 
Como sabes, a superfície da Terra não é toda lisinha, apresenta várias formas, desde a suave planície às alturas acidentadas da montanha. A essas formas que a Terra apresenta, damos o nome de relevo.
As quatro principais formas de relevo são a planície; a montanha; o vale; o planalto.



1-Planície    2-Montanha    3–Vale   4-Planalto



O relevo da Península Ibérica é mais elevado a este. Parece uma escada, a descer do lado de Espanha para o Oceano Atlântico, no sentido nordeste/sudoeste. É por isso que os grandes rios da Península Ibérica correm quase todos nesse sentido.





Em Portugal as terras mais montanhosas ficam no centro/norte, com montanhas e planaltos separados por vales profundos. É aqui que fica o ponto mais alto de Portugal Continental, na Serra da Estrela, a quase 2 000 m de altitude.
O sul é dominado por planícies de relevo suave e pouca altitude.






 OS RIOS
Os rios nascem na nascente, correm pelo leito ou cama, são limitados pelas margens e vão desaguar à foz.
Quando uma povoação tem Foz no seu nome, quer dizer que aí desagua um rio. É o caso da Figueira da Foz, onde o Mondego desagua no Oceano Atlântico, ou de Foz Côa, onde o rio Côa desagua no Douro.
A foz pode ter duas formas: em estuário, se desaguar só num braço que vai alargando, ou em delta, se desaguar em vários braços que formam um triângulo.



Estuário do rio Tejo – imagem de satélite



Delta do rio Vouga – imagem de satélite



A quantidade de água que um rio leva é o seu caudal. No Inverno o caudal dos rios é maior porque chove mais, dando mesmo origem a cheias.
Os maiores rios que passam em Portugal são o Tejo, o Douro e o Guadiana, mas o maior rio que cá nasce é o Mondego (Serra da Estrela).







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